quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

É possível ter uma alimentação saudável com pouco dinheiro?

Tenha uma alimentação saudável e rica em nutrientes

Em tempos de crise, de inflação, quando os preços dos alimentos estão cada vez mais caros, você pode responder que não é possível ter uma alimentação saudável; e talvez você pense que é preciso comer coisas light, diet e tantas coisas que hoje a indústria de alimentos nos oferecem.
Uma alimentação saudável deve ser variada, deve incluir frutas, verduras, legumes, carboidratos, proteínas, gorduras e açúcares essenciais. Afinal, cada grupo de alimentos é responsável por uma função em nosso organismo; assim, deve ser incluído em determinadas proporções em nossa alimentação diária.
É possível ter uma alimentação saudável com pouco dinheiroFoto: Arquivo CN/cancaonova.com

Dicas de uma alimentação saudável

Alimentar-se bem e ter uma vida saudável não precisa custar caro. Seguem algumas dicas:

– Ter um cardápio semanal, conferir o que tem na dispensa e fazer uma lista para comprar o que realmente precisa;

– Escolher frutas, legumes e verduras da estação, pois são mais nutritivas e os preços são mais em conta. Esses alimentos são ricos em vitaminas, nutrientes e fibras, os quais ajudam no bom funcionamento do nosso organismo. Em vez de comprar em supermercados, compre na feira, pois além de ser mais barato, também são mais frescos;

– Fazer trocas, substituir alimentos pobres em nutrientes por alimentos saudáveis. Por exemplo: substituir doces, guloseimas e sucos industrializados por frutas; embutidos e industrializados por alimentos mais naturais. Substituir marcas, ver que existem marcas mais baratas e com qualidade. A carne teve uma elevação no preço, então, frangos e ovos são as opções mais usadas. Vale a pena prestar atenção no modo de preparo: prefera cozido, grelhado ou assado; o ovo cozido, uma omelete com legumes ou poché feito na água. Em algumas regiões, o peixe fica mais em conta que a carne, e é uma boa opção.

– Aproveitar melhor os alimentos. Muitas vezes, jogamos no lixo as partes mais nutritivas como cascas, talos e folhas. Aqui, entra a criatividade para aprender novas receitas para poder aproveitar os nutrientes e economizar, pois evita o desperdício;

– Comprar alimentos que você sabe fazer e que terá tempo para prepará-lo. Muitas vezes, acontece de comprarmos coisas que exigem mais;

– Ficar atento à conservação dos alimentos. Por exemplo: as folhas precisam ser bem lavadas, secas e armazenadas em um pote com papel toalha dentro da geladeira.

Alimentos naturais e saudáveis

Uma coisa importante para os tempos de crise é tirar de nossa cabeça que não dá para comer bem com pouco dinheiro, pois nossa tendência é pegar o alimento mais fácil de ser preparado, mais barato, muitas vezes mais “saboroso”, no entanto, mais pobre naquilo que nosso corpo precisa para ser nutrido.
O desafio é que, na próxima compra, deixe de lado as guloseimas, os alimentos ricos em gorduras, o sódio e o açúcar. Aposte nos alimentos mais naturais e saudáveis, você vai ver a diferença em sua vida e na vida dos seus.

Michele Barros
Nutricionista do Posto Médico Pe. Pio – Canção Nova

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Semana pela Unidade dos Cristãos começa nesta quarta-feira

Celebrações acontecem de 18 a 25 de janeiro no hemisfério norte. No Brasil é celebrada no período de Pentecostes

Agência Ecclesia

Começa nesta quarta-feira, 18, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2017 no hemisfério norte. O tema deste ano recorda os 500 anos da reforma protestante, iniciada por Martinho Lutero.
O documento de reflexão preparado e publicado em conjunto pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Santa Sé) e a Comissão Fé e Constituição (Conselho Mundial de Igrejas) tem como tema central a “reconciliação”.
“Que pessoas e Igrejas possam ser impelidas pelo amor de Cristo a viver vidas reconciliadas e a derrubar as paredes da divisão”, pode ler-se.A proposta deste ano surgiu pela mão do Conselho de Igrejas na Alemanha (ACK), a convite do Conselho Mundial de Igrejas, o qual assinala que a reforma de Lutero “tem sido tema de controvérsia na história das relações intereclesiais”.


Em 1517 Martinho Lutero publicou as suas “95 teses”, provocando uma ruptura entre várias comunidades cristãs, até então ligadas à Igreja Católica, apresentada no documento como “dolorosa divisão”.As Igrejas cristãs na Alemanha propõem que, 500 anos depois, se reflita sobre a “reconciliação como centro da fé”.
O tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2017 inspira-se numa passagem da segunda carta de São Paulo aos Coríntios: ‘Reconciliação: é o amor de Cristo que nos impele’.
“Como embaixadoras de reconciliação, as Igrejas ativamente prestaram assistência aos refugiados na busca de novos lares, enquanto, ao mesmo tempo, tentavam melhorar as condições de vida nos países que eles tinham deixado para trás”, refere o documento de reflexão.
A 31 de outubro de 2016, o Papa e o presidente da Federação Luterana Mundial (LWF, siga em inglês), assinaram na Suécia uma declaração comum, por ocasião da comemoração conjunta católico-luterana dos 500 anos da reforma protestante.
A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos acontece em períodos diferentes no hemisfério norte e sul. No hemisfério Sul é celebrado no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem, em 1926).

VISITA DA SUPERIORA GERAL DAS IRMÃS BENEDITINAS MISSIONÁRIAS AO BRASIL


VISITA DA SUPERIORA GERAL DAS IRMÃS BENEDITINAS MISSIONÁRIAS AO BRASIL


Eleita em 2016 como sucessora da Madre  Martyna Wysocka para estar à frente da Congregação das Irmãs Beneditinas Missionárias em âmbito mundial, a Madre Marcelina Kusmierz realizou sua primeira visita ao Brasil. O motivo é motivar a  celebração dos 100 anos da Congregação  e  também, como destaca a própria Madre-geral, ser, junto a elas, presença materna e incentivadora.





Retiro anual


As Irmãs Beneditinas realizam retiro anual
Ocorreu entre os dias 01 a 06 de janeiro do corrente, o retiro das Irmãs Beneditinas Missionárias  . O retiro teve como tema “Vocação é um chamado e uma resposta" conduzido pelo pe. Patrick Akoa, dos Irmãos de São João. O retiro contou com momentos de reflexão em grupo e meditação pessoal, além da Leitura Orante . Diariamente celebrou-se a Eucaristia e o Ofício Divino.








segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A MISSÃO


Seguindo o caminho indicado pela Madre fundadora, as Irmãs continuam a missão procurando viver profundamente unidas a Deus e atuando em várias áreas de Pastoral, como:

-   Formação de catequistas, agentes de pastoral e evangelização;

-   Assistência a comunidades e paróquias;






 Os projetos sociais de assistência aos menores que, por razões diversas, carecem de cuidados







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É urgente reflexão sobre os presídios, diz arcebispo de Natal

Da Redação, com Arquidiocese de Natal

O arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, emitiu uma nota neste domingo, 15, sobre a situação da Penitenciária de Alcaçuz, em Natal, onde um motim deixou 26 mortos. A rebelião começou no sábado, 14, e só terminou ontem.

Na nota (confira a íntegra abaixo), o arcebispo diz que é urgente refletir sobre as condições dos presídios e pede orações pelos presos que morreram e por todos os outros que continuam nos presídios. “Deve ser ideal de todos os brasileiros construir uma Pátria de cidadãos com oportunidades de vida digna, direitos e deveres para todos, e não uma Pátria de excluídos e marginais”.

O ocorrido teve destaque internacional e chegou ao conhecimento também do Papa Francisco, que lamentou o massacre e, além de rezar pelas vítimas, deixou apelo em prol de condições dignas no sistema prisional. “Renovo o apelo para que os institutos penitenciários sejam lugares de reeducação e de reinserção social e que as condições de vida dos detidos sejam dignas de pessoas humanas”. 

Íntegra da nota do arcebispo de Natal: 

Irmãos e irmãs,

Acompanhamos, com muito pesar e tristeza, os últimos acontecimentos ocorridos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. Nossa prece e atenção por esses momentos trágicos de violência e de morte. Sem dúvida, é necessária uma urgente reflexão sobre as condições dos nossos presídios. Suplicamos ao bom Deus para que apazigue os ânimos daqueles nossos irmãos a fim de que renunciem à violência, e a sociedade e o Estado busquem o diálogo e encontrem caminhos para enfrentar a problemática que envolve o nosso sistema prisional.

Em todas as missas, hoje, no momento da Oração da Assembleia, coloquemos nas intenções a súplica implorando a compaixão do nosso Deus por aqueles que perderam a vida e por todos os que se encontram nos presídios que, como bem disse o Papa Francisco, devem ser lugares de humanização e de esperança de mudança. Deve ser ideal de todos os brasileiros construir uma Pátria de cidadãos com oportunidades de vida digna, direitos e deveres para todos, e não uma Pátria de excluídos e marginais.

Natal, 15 de janeiro de 2017
Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo de Natal

Dicas para começar o Ano Novo bem
      

Depois do Natal e das festas, o que fazer com o ano que se inicia? Veja dicas com Dom Alberto Taveira para começar o Ano Novo bem

A expressão é de um conhecido poema de Carlos Drummond de Andrade, mas a mesma pergunta pode ser feita a José de Nazaré ou a tantos “Josés” presentes dentro de nós e em torno de nós. Depois do Natal e das festas que ocorrem neste tempo, o que fazer da vida e como aproveitar as muitas lições do ano que termina? Se o cenário do Natal é carregado de ensinamentos, pedimos, hoje, licença às outras figuras nele presentes, para contemplar, de modo especial, o homem a quem foi confiada a guarda da Sagrada Família, inspirados por palavras de fogo e simplicidade pronunciadas pelo Papa Francisco, quando começou seu ministério de Sucessor de Pedro:
“Como vive São José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos Seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu. Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à Sua Palavra, ao Seu desígnio; e é o próprio Deus quem constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo Seu Espírito. E José é “guardião”, porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela Sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia e toma as decisões mais sensatas. Nele vemos como responder à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo.

Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação! Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e de cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que, muitas vezes, estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente; depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente, tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus” (Homilia do Papa Francisco – Praça de São Pedro – Terça-feira, 19 de março de 2013, Solenidade de São José).

E agora? O que fazer do ano que está para começar?

O primeiro passo é reconhecer que o tempo e as capacidades foram dadas de presente. Deus não precisa fazer previsões, mas oferece um momento depois do outro, com calma até para nos permitir curtir, a cada dia, Suas riquezas e possibilidades para a nossa felicidade. Sabemos que se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os que a edificam (Cf. Sl 126,1). Para isso, o ano há de ser preenchido com escuta, fidelidade à Palavra de Deus e discernimento dos sinais que ele envia, sabedoria para colher as lições de cada acontecimento. Cada fato alegre ou triste é carregado de sentido e de apelos de Deus.

O José que está dentro de cada um de nós há de escolher, para ser feliz, a missão de guardião ou guardiã. Faz bem e realiza a existência de uma pessoa quando esta assume responsabilidades, olhando ao redor, para descobrir o bem a ser feito. O guardião toma iniciativa para praticar o bem, começa em si mesmo a mudança do mundo e não deixa qualquer pessoa ou situação sem a marca de sua presença. A sujeira da rua, o trânsito, as plantas e, mais ainda, as pessoas, são de nossa responsabilidade. Todas as oportunidades sejam aproveitadas para fazer o bem e construir um mundo melhor.

São José guardou a Sagrada Família. Uma bela proposta para o ano novo, olhando para seus exemplos e, contando com sua intercessão, trabalhar por valores que alguns consideram tradicionais no sentido negativo. Recordo-me de uma belíssima canção do Padre Zezinho: “Agora falam do desquite e do divórcio, o amor virou consórcio, compromisso de ninguém. E há tantos filhos que bem mais do que um palácio gostariam de um abraço e do carinho de seus pais. Se os pais se amassem, o divórcio não viria, chamam a isso de utopia, eu a isso chamo paz”. Volto ao Papa Francisco: “É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais”.  Faço um apelo a valores tradicionais, no sentido bem positivo e provocante. Trata-se de uma campanha pela família e pelo matrimônio, justamente no ano em que acontecerá um Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a Família e a Nova Evangelização. Redescobrir na família os valores da fidelidade, da fecundidade e da intimidade, tudo fecundado por uma vida de oração e comunhão com a Igreja.

Nossa vida é tecida por relacionamentos com as outras pessoas. Quanta gente nova entrou com tudo em nosso coração no ano que termina! Com São José aprendamos a “viver com sinceridade as amizades, que são um se guardar mutuamente na intimidade, no respeito e no bem”. No ano que vai começar, cultivar o trato de pessoa por pessoa, aprofundar as amizades verdadeiras, alegrar-se com elas. Mais dos que as listas existentes em nossos aparelhos, que constituem comunidades virtuais, trazer estes nomes para a realidade concreta, visitar, ajudar, ouvir, manifestar ternura e misericórdia. Se cada pessoa for ao encontro, pelo menos uma vez no ano, de cada um de seus contatos de lista, muito teremos feito para um mundo mais fraterno e justo. Haverá mais gente feliz!

Como um bom programa do tempo novo, que é dado por Deus, “cada qual veja bem como está construindo. De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo. Se então alguém edificar sobre este alicerce com ouro, prata, pedras preciosas ou com madeira, feno, palha, a obra de cada um acabará sendo conhecida: o dia a manifestará, pois ele se revela pelo fogo, e o fogo mostrará a qualidade da obra de cada um. Aquele cuja construção resistir ganhará o prêmio; aquele cuja obra for destruída perderá o prêmio – mas ele mesmo será salvo, como que através do fogo” (1 Cor 3, 10-13).

Dom Alberto Taveira Corrêa

rto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.


As opções nossas de cada dia


Nossas opções podem mudar o rumo da nossa vida


Do nascer ao pôr-do-sol é preciso optar pelo ‘sim’ ou pelo ‘não’. As opções que fazemos não são neutras. Elas, em parte, definem a qualidade de vida que temos ou que queremos ter.
Quando o relógio desperta, mesmo antes de o dia amanhecer, deparo-me com minha primeira oportunidade de escolha: “Levanto ou desligo o relógio e continuo dormindo?”

As escolhas

Se eu me levantar e começar a agir, provavelmente não me atrasarei e estarei contribuindo para que meu dia seja feliz e harmonioso com inúmeras oportunidades de fazer ótimas escolhas. No entanto, se desligar o relógio e voltar a dormir, as consequências dessa escolha poderão ser dramáticas: perder a hora, ficar nervosa e deixar de aproveitar bem cada oportunidade que a vida me dará naquele dia.
Claro que existem situações que vão além disso. Existem momentos em que, por mais que haja boa vontade de nossa parte, é difícil e arriscado decidirmos sozinhos. Nessas horas, é preciso muita calma e nada melhor que ouvir a opinião de alguém em quem podemos confiar.
É preciso prudência antes de falar “sim” ou “não”. É com muita sabedoria que o salmista reza: “Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela na porta de meus lábios” (Salmo 140/141, 3).

Reflexão para decidir

Quantas vezes respondemos precipitadamente com um “sim” ou com “não”; essa imaturidade nos traz desagradáveis consequências. Na maioria dos casos, a resposta precipitada é fruto do comodismo, da pressa, da impaciência ou da falta de atenção. Como faz bem parar uns “segundinhos” para reflexão na hora de decidir!
Santa Teresa, certa vez, aconselhando uma de suas irmãs, disse: “Nunca fales coisa alguma, sem antes refletir e recomendar-te ao Senhor, a fim de que jamais profiras algo que possa magoar alguém! Nunca teimes em ter razão, principalmente tratando-se de coisas insignificantes! Fala a todos com cortesia! Corrigindo alguém, sê modesta e humilde e, nunca o faça sem te humilhares a ti mesmo. Não ouça e não fales mal de ninguém. Sê brando com todos e rigoroso contigo mesmo!”
Peço a Deus que estes conselhos estejam sempre em minha mente na hora em que eu precisar dizer “sim” ou “não”. Desejo a mesma graça para você neste dia!


Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.
Angelus: Igreja deve anunciar Cristo e não a si mesma, diz Papa

“Somente Ele [Cristo] salva o povo do pecado, o liberta e o guia rumo à terra da vida e da liberdade”, afirma Papa no Angelus

Da redação, com Rádio Vaticano

No Angelus deste domingo, 15, o Papa Francisco explicou o sentido das palavras do Evangelho do dia (cf. Jo 1,29-34) proferidas por João Batista: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, às margens do Rio Jordão.
Enquanto João batiza as pessoas, homens e mulheres de várias idades, ele afirma que o Reino dos Céus está próximo e que o Messias está para se manifestar. Para isso, explica o Papa, é preciso se preparar, se converter e se comportar corretamente. O batismo é um sinal concreto de penitência. João sabe que o Consagrado está chegando e o sinal para reconhecê-lo é que Nele se pousará o Espírito Santo, que trará o verdadeiro batismo.
“Eis que naquele momento Jesus se apresenta às margens do rio, no peio do povo, dos pecadores, como nós. É o seu primeiro ato público, a primeira coisa que faz quando deixa sua casa de Nazaré: desce à Judeia, vai ao Jordão e se faz batizar por João Batista. Naquele momento, sobre Jesus desce o Espírito Santo em forma de pomba e a voz do Pai o proclama Filho predileto”.

O plano divino se realiza

João fica desconcertado pelo fato de o Messias se ter manifestado de modo tão impensável, em meio aos pecadores. O Papa explicou que iluminado pelo Espírito, João entende que assim se realizava a justiça divina, o plano de salvação de Deus, que “como Cordeiro de Deus, toma para si os pecados do mundo”.
Esta cena, segundo o Pontífice, é decisiva para a nossa fé e para a missão da Igreja, que deve indicar Jesus às pessoas, como fazem os padres na missa, todos os dias, quando apresentam o pão e o vinho aos fiéis como o Corpo e o Sangue de Cristo:

Anunciar sempre Jesus

“Este gesto litúrgico representa toda a missão da Igreja, que não anuncia si mesma, mas anuncia Cristo! Ai da Igreja quando anuncia si mesma… perde a bússola, não sabe para onde ir. Ela não leva si mesma, mas leva Cristo, porque é Ele e somente Ele que salva o povo do pecado, o liberta e o guia rumo à terra da vida e da liberdade”.
Concluindo, o Papa rezou a oração mariana do Angelus e pediu a Maria, Mãe do Cordeiro de Deus, que nos ajude a crer Nele e a Segui-Lo.


domingo, 25 de dezembro de 2016

Feliz Natal!





Mensagem de Natal do Papa Francisco


"O Natal tem sobretudo um sabor de esperança, porque, não obstante as nossas trevas, resplandece a luz de Deus. A sua luz gentil não mete medo; enamorado por nós, Deus atrai-nos com a sua ternura, nascendo pobre e frágil no nosso meio, como um de nós.

Nasce em Belém, que significa «casa do pão»; deste modo parece querer dizer-nos que nasce como pão para nós; vem à nossa vida, para nos dar a sua vida; vem ao nosso mundo, para nos trazer o seu amor.

Vem, não para devorar e comandar, mas alimentar e servir. Há, pois, uma linha direta que liga a manjedoura e a cruz, onde Jesus será pão repartido: é a linha direta do amor que se dá e nos salva, que dá luz à nossa vida, paz aos nossos corações."



Papa Francisco