segunda-feira, 16 de janeiro de 2017


As opções nossas de cada dia


Nossas opções podem mudar o rumo da nossa vida


Do nascer ao pôr-do-sol é preciso optar pelo ‘sim’ ou pelo ‘não’. As opções que fazemos não são neutras. Elas, em parte, definem a qualidade de vida que temos ou que queremos ter.
Quando o relógio desperta, mesmo antes de o dia amanhecer, deparo-me com minha primeira oportunidade de escolha: “Levanto ou desligo o relógio e continuo dormindo?”

As escolhas

Se eu me levantar e começar a agir, provavelmente não me atrasarei e estarei contribuindo para que meu dia seja feliz e harmonioso com inúmeras oportunidades de fazer ótimas escolhas. No entanto, se desligar o relógio e voltar a dormir, as consequências dessa escolha poderão ser dramáticas: perder a hora, ficar nervosa e deixar de aproveitar bem cada oportunidade que a vida me dará naquele dia.
Claro que existem situações que vão além disso. Existem momentos em que, por mais que haja boa vontade de nossa parte, é difícil e arriscado decidirmos sozinhos. Nessas horas, é preciso muita calma e nada melhor que ouvir a opinião de alguém em quem podemos confiar.
É preciso prudência antes de falar “sim” ou “não”. É com muita sabedoria que o salmista reza: “Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela na porta de meus lábios” (Salmo 140/141, 3).

Reflexão para decidir

Quantas vezes respondemos precipitadamente com um “sim” ou com “não”; essa imaturidade nos traz desagradáveis consequências. Na maioria dos casos, a resposta precipitada é fruto do comodismo, da pressa, da impaciência ou da falta de atenção. Como faz bem parar uns “segundinhos” para reflexão na hora de decidir!
Santa Teresa, certa vez, aconselhando uma de suas irmãs, disse: “Nunca fales coisa alguma, sem antes refletir e recomendar-te ao Senhor, a fim de que jamais profiras algo que possa magoar alguém! Nunca teimes em ter razão, principalmente tratando-se de coisas insignificantes! Fala a todos com cortesia! Corrigindo alguém, sê modesta e humilde e, nunca o faça sem te humilhares a ti mesmo. Não ouça e não fales mal de ninguém. Sê brando com todos e rigoroso contigo mesmo!”
Peço a Deus que estes conselhos estejam sempre em minha mente na hora em que eu precisar dizer “sim” ou “não”. Desejo a mesma graça para você neste dia!


Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.
Angelus: Igreja deve anunciar Cristo e não a si mesma, diz Papa

“Somente Ele [Cristo] salva o povo do pecado, o liberta e o guia rumo à terra da vida e da liberdade”, afirma Papa no Angelus

Da redação, com Rádio Vaticano

No Angelus deste domingo, 15, o Papa Francisco explicou o sentido das palavras do Evangelho do dia (cf. Jo 1,29-34) proferidas por João Batista: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, às margens do Rio Jordão.
Enquanto João batiza as pessoas, homens e mulheres de várias idades, ele afirma que o Reino dos Céus está próximo e que o Messias está para se manifestar. Para isso, explica o Papa, é preciso se preparar, se converter e se comportar corretamente. O batismo é um sinal concreto de penitência. João sabe que o Consagrado está chegando e o sinal para reconhecê-lo é que Nele se pousará o Espírito Santo, que trará o verdadeiro batismo.
“Eis que naquele momento Jesus se apresenta às margens do rio, no peio do povo, dos pecadores, como nós. É o seu primeiro ato público, a primeira coisa que faz quando deixa sua casa de Nazaré: desce à Judeia, vai ao Jordão e se faz batizar por João Batista. Naquele momento, sobre Jesus desce o Espírito Santo em forma de pomba e a voz do Pai o proclama Filho predileto”.

O plano divino se realiza

João fica desconcertado pelo fato de o Messias se ter manifestado de modo tão impensável, em meio aos pecadores. O Papa explicou que iluminado pelo Espírito, João entende que assim se realizava a justiça divina, o plano de salvação de Deus, que “como Cordeiro de Deus, toma para si os pecados do mundo”.
Esta cena, segundo o Pontífice, é decisiva para a nossa fé e para a missão da Igreja, que deve indicar Jesus às pessoas, como fazem os padres na missa, todos os dias, quando apresentam o pão e o vinho aos fiéis como o Corpo e o Sangue de Cristo:

Anunciar sempre Jesus

“Este gesto litúrgico representa toda a missão da Igreja, que não anuncia si mesma, mas anuncia Cristo! Ai da Igreja quando anuncia si mesma… perde a bússola, não sabe para onde ir. Ela não leva si mesma, mas leva Cristo, porque é Ele e somente Ele que salva o povo do pecado, o liberta e o guia rumo à terra da vida e da liberdade”.
Concluindo, o Papa rezou a oração mariana do Angelus e pediu a Maria, Mãe do Cordeiro de Deus, que nos ajude a crer Nele e a Segui-Lo.


domingo, 25 de dezembro de 2016

Feliz Natal!





Mensagem de Natal do Papa Francisco


"O Natal tem sobretudo um sabor de esperança, porque, não obstante as nossas trevas, resplandece a luz de Deus. A sua luz gentil não mete medo; enamorado por nós, Deus atrai-nos com a sua ternura, nascendo pobre e frágil no nosso meio, como um de nós.

Nasce em Belém, que significa «casa do pão»; deste modo parece querer dizer-nos que nasce como pão para nós; vem à nossa vida, para nos dar a sua vida; vem ao nosso mundo, para nos trazer o seu amor.

Vem, não para devorar e comandar, mas alimentar e servir. Há, pois, uma linha direta que liga a manjedoura e a cruz, onde Jesus será pão repartido: é a linha direta do amor que se dá e nos salva, que dá luz à nossa vida, paz aos nossos corações."



Papa Francisco





sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

FUNDAME - Natal em Família




Natal em Família na Fundame...


Noite de festa em que os adolescentes e crianças homenagearam suas famílias com várias apresentações musicais, teatro, coreografia e coral...